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Design Weekend 2017 // VR Experience

August 16, 2017

 

 

In August 2017 at Rooftop Augusta, Abduct Studios presented a VR experience where the current thought on virtual reality being only a new media is deconstructed, and the possibilities of this new technology are demonstrated as an immersive multisensory experience. 

 

At first, the term “virtual reality” sounds strange - although it’s simple, it does not translate this technology’s real potential.  The term is old and as early as 1960 came the first HMD (Head Mount Display). In 1961 the first one with movement capture appeared. Already in 1969, it was called Artificial Reality and, in 1987, researcher Jaron Lanier uses it for the first time and solidifies the term that is used to this day. 

 

We prefer to think of this virtual reality as primitive fragments of reality itself. 

 

However, it can apparently deconstruct the moment’s euphoria that VR is the future. In truth, in Abduct VR’s understanding, it has always been a reality in our productions - even in medias considered non-immersive. Because everything we make is based on a conceptual thought, and a lot more profound, especially considering esthetic factors but also the psychic experience of every individual and how he is physically affected. 

 

This thought leads to a great advantage and the exploration of this technology’s real potential.
In not reproducing reality faithfully, its fragments become - in the hands of artists – raw materials for its exaggeration. Supported by the possibility of immersion and photo-realistic images, VR could easily be called manipulated reality. Even though the name sounds bad, it is, in our understanding, the best way to describe what computer-created immersive worlds are.

 

This exaggeration of reality allows us to position our interlocutor exactly where we want, provoking not only feelings but also physiological reactions that before were extremely difficult to trigger without the immersive factor.

 

By being in a controlled environment, the builder becomes a “demigod,” changing the user’s mental perception and even predicting and stimulating desired feelings and physical reactions. 

 

The purpose of this installation is precise to demonstrate that the body is at the service of the mind and, thus, when the mind is controlled the body’s reactions can be equally manipulated. 

 

Therefore, the applications of this technology can be massive not only for selling brands and products but, also, for the intimate understanding of individuals in a controlled, therefore safe, environment. 

 

Abduct has been developing computer-generated images for more than two decades and has also researched how to use VR effectively to benefit the goals proposed by its clients and partners using the cinematic narrative experience, computerized digital effects, and advanced computing.

Em agosto de 2017, no Rooftop Augusta, a Abduct Studios apresentou uma experiência em VR onde o pensamento atual de realidade virtual como apenas uma nova mídia é desconstruído e demonstram as possibilidades desta nova tecnologia como experiência multissensorial imersiva.

 

Num primeiro momento soa estranho o termo realidade virtual que apesar de ser simples não traduz o real potencial desta tecnologia.  O termo é antigo e já em 1960 surgiu o primeiro HMD (Head Mount Display), Em 1961 o primeiro com captura de movimentos. Já em 1969 foi chamada de Realidade Artificial, e em 1987 o pesquisador Jaron Lanier usa pela primeira vez e solidifica o termo que é usado até hoje.

 

Preferimos pensar esta realidade virtual como fragmentos primitivos da realidade em si.

 

Porém o que aparentemente pode desconstruir a euforia do momento de que a VR é o futuro, na verdade no entendimento a Abduct VR ela sempre foi uma realidade em nossas produções mesmo em meios considerados não imersivos, porque tudo o que realizamos está baseado em um pensamento conceitual e muito mais profundo considerando principalmente fatores estéticos mas também a experiência psíquica de cada indivíduo e de como ele é fisicamente afetado.

 

Esse pensamento leva a uma grande vantagem e explorar o real potencial dessa tecnologia.

Ao não reproduzir fielmente a realidade os fragmentos dela se tornam na mão dos artistas matéria prima para a exageração da mesma. Apoiado pela possibilidade de imersão e imagens foto realistas, a VR poderia ser chamada facilmente de realidade manipulada. Mesmo sendo um nome ruim sonoramente é para nosso entendimento a melhor maneira de descrever o que os mundos imersivos criados em computador realmente são.

 

Essa exageração da realidade nos permite posicionar nosso interlocutor exatamente onde queremos, provocando não apenas sentimentos mas também reações fisiológicas que antes eram extremamente difíceis de serem acionadas sem o fator imersivo.

Ao estar em um ambiente controlado o construtor se torna um “semideus” modificando a percepção mental do usuário e até mesmo prever e estimular sentimentos e reações físicas que desejar.

 

Esta instalação tem como proposta justamente demonstrar que o corpo está a serviço da mente e sendo assim, controlada a mente, as reações do corpo podem ser igualmente manipuladas.

 

Assim sendo as aplicações desta tecnologia podem ser enormes, não somente para vender marcas e produtos, mas também para o íntimo conhecimento dos indivíduos em um ambiente controlado e portanto seguro.

 

A Abduct ao longo de mais de duas décadas vem desenvolvendo imagens criadas por computador e igualmente pesquisou, durante esta jornada, como utilizar a VR de maneira efetiva para benefício dos objetivos propostos por seus clientes e parceiros utilizando a experiência da narrativa cinematográfica, Efeitos digitais computadorizados e computação avançada.

 

Rodney Costa.

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